domingo, 24 de maio de 2009

DEBATE ENTRE AS CHAPAS

A CHAPA "DE QUE LADO VOCÊ SAMBA?!" CONVIDA A TODOS E TODAS ESTUDANTES DA PUC PARA PARTICIPAR DO DEBATE ENTRE AS CHAPAS CONCORRENTES NAS ELEIÇÕES PARA O DCE

HORÁRIO 18H30
LOCAL AUDITÓRIO 1

ESSE SERÁ MOMENTO PRIVILEGIADO PARA SABER AS PROPOSTAS DE CADA CHAPA E PARTICIPAR DE MANEIRA CONSCIENTE DO PROCESSO ELEITORAL DO DCE

PARTICIPE!!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Por uma PUC livre de opressões

A luta contra todas as formas de opressão que ocorrem na sociedade é uma das bandeiras mais importantes do movimento estudantil. Politizar o espaço da universidade através da criação de coletivos, de campanhas, encontros de estudantes, denúncias e ações de repúdio é gerar questionamento sobre as opressões que afligem vários estudantes, é contribuir para uma universidade mais plural e democrática, é proporcionar a formação de profissionais mais humanos e comprometidos e, portanto, transformar a sociedade a partir do espaço estudantil. Nós lutamos contra o machismo, racismo e homofobia. Lutamos por relações sociais iguais e por uma universidade livre de opressões.

Cultura

O mercado, através da industria cultural, transforma a arte em mercadoria descartável, rapidamente consumível, que quando esgotada, é rapidamente substituída. Ele homogeniza o conteúdo e a estética, acaba com a diversidade e esmaga, de forma velada, qualquer outro tipo de expressão artística que possa surgir, pois não incentiva quem não é lucrativo, quem não traz um nicho de mercado a ser explorado. A arte tem um papel fundamental nessa discussão, pois entendemos que a liberdade de criação e a diversidade de expressões (contra-cultura, cultura hip hop, cultura de resistência, saber popular, etc.) são fundamentais para uma sociedade livre de opressões. Para concretizar isso é preciso possibilitar que os diversos estudantes que produzem cultura na PUC tenham um espaço de diálogo, de mostra, de troca de experiências. A arte deve ocupar o espaço da universidade, a população de fora deve usufruir do espaço da universidade para realizar atividades artísticas, possibilitando a troca do que é produzido dentro da Universidade com o que está fora dela.
O Movimento "QUE LADO VOCÊ SAMBA" se posiciona contra a portaria que proíbe festas na PUC e que, de forma nada democrática, foi imposta pela reitoria. Construímos e continuaremos construindo atividades culturais até que se entenda que a cultura e a arte não podem ser proibidas

INADIMPLÊNCIA NÃO É CRIME!!!

Nós fazemos coro ao já conhecido lema - “educação não é mercadoria”. Somos a favor de uma lei que controle o aumento das mensalidades nos estabelecimentos de ensino superior, mediante divulgação de planilha de receitas e despesas e amplamente discutido com os alunos, pais, docentes e funcionários.
Temos recebido várias denúncias de constrangimento da universidade com os alunos inadimplentes. Não negamos a dívida tão pouco as sanções de mercado, como o Serasa, mas queremos garantias de rematrícula dos estudantes inadimplentes para que eles possam concluir seus cursos.
Nenhum estudante inadimplente deve ser discriminado por ter dificuldades de pagar uma mensalidade que é abusiva, de difícil negociação e que, cada vez mais, não reflete a qualidade do ensino.

MEIA ENTRADA - UM DIREITO AMEAÇADO

Repudiamos o projeto de lei encaminhado pelo senador do PSDB Eduardo Azeredo que propõe acabar com a meia-entrada para estudantes e pessoas com mais de 60 anos de idade em cinemas, teatros, shows e estádios. Essa proposta restringe o já limitado acesso da juventude à cultura. Esse direito existe desde a década de 40 a partir de uma conquista do movimento estudantil e está correndo sério perigo. O projeto que está em tramitação no Senado já foi aprovado pela comissão de Educação, Cultura e Esporte e prevê restrição desse direito a somente 40% de estudantes e só vale de segunda a quarta. A justificativa apresentada é de que a quota irá reduzir os preços, no entanto, é evidente que essa medida visa beneficiar os donos dos cinemas, casa de shows etc, impedindo um amplo acesso da juventude e dos idosos à cultura. É preciso impedir que políticos como esse venham colocar a mão nos direitos duramente conquistados.

domingo, 10 de maio de 2009

ELEIÇÕES DCE PUC-MG

Galera,
a cada dia que passa, o Movimento "De que lado você Samba!" cresce sem parar. Já somos mais 300 membros!!! Isso é sinal que nós, estudantes da PUC, temos muito que melhorar em nossa universidade e no nosso DCE. Sem dúvidas, iremos fazer história na PUC MINAS, como o movimento estudantil que mais lutou pelas causas dos estudantes.
Também já não é pra menos, defendemos os estudantes do PROUNI, queremos mais qualidade de ensino, realizamos diversas atividades neste último ano, queremos mais cultura e esporte na universidade e somos estudantes que sentem as dificuldades do dia-a-dia de estudar na PUC.

ELEIÇÕES DCE 2009

Agora devemos partcipar do momento mais importante deste semetre: as eleições para a nova diretoria do DCE PUC Minas. Nosso movimento deve se constituir como uma chapa e se apresentar como uma alternativa nestas eleições que serão dia 27 e 28 de maio.

Objetivo da semana:

Construir a chapa "De Que Lado Você Samba" Nesta sexta-feira, dia 15 encerra-se o prazo pra a inscrição das chapas. Portanto, devemos trabalhar para nosso movimento chegar em cada sala de aula e nossa chapa ser bastante representativa. Com o objetivo de debater nossas propostas e envolver mais estudantes neste movimento realizaremos uma reunião na segunda-feira.

Todos interessados em debater o movimento estudantil da PUC e participar do movimento "De Que Lado Você Samba" estão convidados. Até segunda.

REUNIÃO DE CONSTRUÇÃO DA CHAPA"De Que Lado Você Samba"

SEGUNDA E QUARTA (11 e 13 de maio)12:20h e 18:30h

Gramado do prédio da Arquitetura (47)

Movimento - De Que Lado Você Samba?

E aí, galera!
.
.Estamos nos aproximando de mais um processo eleitoral do DCE da PUC Minas, o mais importante de Minas Gerais. Queremos falar com vocês pra apresentar o nosso movimento e convidar a todos e a todas para construírem com a gente um novo Movimento Estudantil aqui na PUC..Nós somos o Movimento “De que lado você samba?” e viemos para marcar a história do movimento estudantil da PUC..Queremos construir um novo movimento estudantil, pois somos duramente críticos a todos os vícios e velhos comportamentos que insistem em permanecer no seu interior, inclusive na atual gestão do DCE..Nós queremos um movimento diferente, dinâmico, alegre, descontraído e irreverente, que esteja próximo dos estudantes, mas, ao mesmo tempo, que seja sério e comprometido com as melhorias que precisamos para a universidade. Defendemos um movimento estudantil que mude a cara da PUC e que combata todas as formas de opressão..Este último período tem sido marcado pela necessidade de superar um movimento estudantil burocrático, inerte e distante dos estudantes e pela necessidade de anunciar esse novo movimento estudantil mais participativo e mobilizado, com um DCE que esteja presente no dia-a-dia da universidade, realizando atividades e a politizando os estudantes.
.Tivemos no último ano uma gestão de DCE com muitas dificuldades e limitações. A atual gestão não conseguiu reivindicar junto a PUC uma nova política da instituição para lidar com os estudantes inadimplentes e não superou as dificuldades de comunicação com os estudantes.
.Mas nós, durante este tempo, atuamos na construção do novo movimento estudantil quando organizamos importantes atividades aqui na PUC como o Pré-Fórum Social Mundial (FSM) e a Caravana ao FSM, o 1º Encontro de Estudantes do ProUni e fizemos a maior mobilização dos últimos anos quando a PUC tentou implementar a “Pasta do Professor”, onerando ainda mais o bolso dos estudantes. Além disso, pela primeira vez os estudantes ocuparam efetivamente as vagas do Conselho Universitário (CONSUNI) e no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), órgãos que decidem os rumos da PUC. Todos esses avanços foram construídos pelos estudantes que hoje compõem o movimento “De que lado você samba?”.
.Agora é a hora de rompermos completamente com o velho movimento estudantil. O movimento “De Que Lado Você Samba” combaterá todas estas práticas dos que se comportam como se fossem donos do DCE e não entendem que ele deve estar do lado dos estudantes.
.Entendemos que o fortalecimento do nosso DCE passa pela diversificação das suas atividades, envolvendo estudantes interessados em debater política, mas também aqueles que se organizam em grupos culturais, esportivos e acadêmicos.
.Nosso movimento apontou o caminho, mas novos desafios virão e precisamos estar todos juntos para vencê-los.
.Venha sambar do nosso lado!

EM DEFESA DAS FACULDADES DE EDUCAÇÃO E DA PEDAGOGIA

Os precários resultados, sistematicamente divulgados acerca do desempenho dos alunos da escola básica brasileira, evidenciam uma situação de tal gravidade que exige de todos os agentes e instâncias responsáveis pela educação um exame rigoroso de suas causas. Para esse exame, a análise radical e a crítica consistente são instrumentos indispensáveis para a busca de um diagnóstico preciso.
É, pois, com constrangimento e inquietação, que recebemos as declarações da Secretária de Estado da Educação de São Paulo, profa. Maria Helena Guimarães de Castro (Folha de S. Paulo, 25/02/08), propondo, de forma simplista, o fechamento de todos os cursos de formação de professores/ pedagogia, especificando os das Faculdades de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) e da Universidade de Campinas (Unicamp). Afirmar medida tão radical com tão poucos elementos produz um deserviço só comparável com uma política de terra arrasada, incompreensível e inadmissível no atual momento brasileiro.
Imputar aos cursos de formação inicial as dificuldades que os professores hoje enfrentam no ensino dos alunos das escolas de educação básica é de uma ligeireza inaceitável por quem deveria, minimamente, considerar o cenário socioeconômico e cultural brasileiro/paulista , as mudanças ocorridas na contemporaneidade, assim como as especificidades presentes em organizações complexas como são os nossos sistemas de ensino.
É preciso lembrar que os governos (federal, estaduais e municipais), apesar de respeitáveis esforços localizados, não têm possibilitado a transformação radical que a realidade demanda, o que é claramente identificado pela baixa proporção da educação no Produto Interno Bruto (PIB).
Em segundo lugar, e a despeito do não-crescimento da educação no PIB, ocorreu, nesses últimos anos, um movimento positivo de aumento do acesso e tempo de permanência de grande parte das crianças na escola. Esse fenômeno trouxe como conseqüência uma mudança benfazeja no perfil médio do aluno da escola pública, incorporando praticamente todo o leque de diferenciação da população brasileira. Tal diferenciação, todavia, apresentou-se para uma grande parte dos professores como uma dificuldade a mais no ensino.
Terceiro, e paralelamente à mudança no perfil médio do alunado, as mudanças da contemporaneidade trouxeram novas demandas para o ensino, uma vez que não é trivial articular em cada escola as transformações globais com aquelas que se traduzem em âmbitos singulares. Essas mudanças, de ordem socioeconômica e cultural, são suficientes para indicar que, na profissionalizaçã o docente, como em qualquer outra, o diploma não é suficiente para assegurar a adequada inserção de um profissional no trabalho. Mais propriamente, fala-se em trajetória de formação, articulando- se a formação inicial e a continuada. O próprio modelo de formação continuada precisa ser repensado, pois o geralmente adotado, sob responsabilidade inclusive da Secretaria da Educação, não tem tomado a escola real e os problemas concretos do ensino como referências centrais.
Não considerando essas questões, assusta a forma como uma secretária de Estado desagrega espaços, instituições e pessoas e se coloca numa posição bélica contra todos os cursos de pedagogia. O que é mais constrangedor, a secretária se refere especificamente a duas Universidades brasileiras reconhecidas entre as melhores em nível internacional.
No caso da Faculdade de Educação da USP, a contribuição que tem prestado à educação paulista pode ser comprovada pelo volume e pela qualidade da pesquisa que realiza, pelas produções qualificadas (783 no último triênio), em grande parte publicadas em periódicos internacionais, e pela qualidade dos profissionais que forma, reconhecidamente competentes, críticos, muitos deles assumindo posições de liderança em diferentes instituições.
Supor que um curso de formação profissional em nível superior, como sugere a secretária, deva tratar das reais demandas das escolas sem um embasamento teoricamente rigoroso é temerário e fatal para o enfrentamento competente da problemática educacional brasileira atual e futura. O trabalho numa realidade complexa está condenado ao fracasso ou à mediocridade se não se apoiar numa análise teórica e historicamente consistente. Teoria e prática, articuladas, definem uma boa profissionalizaçã o, seja na formação inicial, seja na continuada. A prática no curso de pedagogia é principalmente viabilizada pelos estágios, que, na FEUSP, correspondem a 20% do currículo.
Tendo como missão formar pedagogos e professores competentes, críticos e socialmente responsáveis visando a melhoria da escolarização das nossas crianças e jovens, os profissionais desta Faculdade de Educação se propõem à interlocução sistemática e crítica com os diferentes atores que conduzem a educação brasileira.

Sonia Penin é professora titular e diretora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – USP

QUEREMOS MAIS PROUNI...

Desde 2004 o PROUNI é uma realidade responsável pela inclusão de amplas camadas populares na universidade brasileira, mudando a sua cara. De lá pra cá já foram 430 mil bolsas distribuídas. Dessas, 300 mil, 70%, foram distribuídas para estudantes com renda familiar igual ou inferior a 1 salário mínimo e meio. Os estudantes do PROUNI, em sua grande maioria, são os primeiros de suas famílias a ingressarem no ensino superior. Isto é, o movimento estudantil finalmente tem a condição de dialogar com as necessidades de um setor que historicamente esteve fora da universidade.
Mais do que isso, o PROUNI é uma forma de exigir que instituições privadas dêem uma contrapartida à sociedade. O MEC exige que 10% da receita anual das instituições que aderirem ao programa sejam aplicados na concessão de bolsas. Sem dúvida trata-se de um passo no sentido do controle público sobre os recursos públicos, algo que caminha na contramão do discurso sobre o aprofundamento do projeto neoliberal.
Por outro lado, ainda que seja um programa que venha contribuindo para democratizar a educação superior, oferecendo possibilidades de estudos a pessoas que antes nunca tiveram a possibilidade de sonhar com a mesma, nós devemos aproveitar este momento para construirmos avanços nessa política.
Desse modo, defendemos a ampliação das vagas do PROUNI, uma política de assistência estudantil para os alunos do PROUNI, a democratização das instituições que aderirem ao programa e a revisão dos critérios adotados, aumentando o controle público sobre as instituições e possibilitando que mais jovens tenham acesso a um ensino superior de qualidade.

ENUNE – Encontro de Estudantes Negros e Negras da UNE


O ENUNE - Encontro Nacional de Estudantes Negros e Cotistas da UNE será um espaço onde os estudantes negros e negras terão a possibilidade de discutir sua condição racial dentro da universidade, sua inserção no movimento estudantil, além de elaborar e propor políticas anti-racistas para as instituições de ensino superior brasileiras. Mudar a estrutura de dominação e discriminação dentro das universidades é transformar o perfil da produção do conhecimento e formação profissional dos estudantes. O ENUNE é uma ação importante da Diretoria de Combate ao Racismo da UNE e se configura enquanto espaço propício para o debate vigoroso e sua capilarização nas diversas instituições de ensino superior do país. Este ano o ENUNE será realizado na cidade de Salvador, com sede na Universidade Federal da Bahia, durante o mês de junho de 2009. O encontro é uma articulação de diversas organizações do Movimento Social, além de ter como membros da comissão organizadora, integrantes do movimento " De Que Lado Você Samba"

ENUNE 2009
Políticas Afirmativas para um novo Brasil!
Encontro de Negras, Negros e Cotistas da UNE
de 05 a 07 de Junho
Faculdade de Arquitetura - UFBA
Salvador - BA

NÓS APOIAMOS!!!

O PL da UNE
O projeto apresentado pela UNE (UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES) no congresso nacional, condiciona o reajuste das mensalidades à discussão com pais e alunos e impede a expulsão sumária de inadimplentes, além de obrigar que o anúncio do valor da nova mensalidade seja divulgado 120 dias antes do encerramento das matrículas. Atualmente isso ocorre em média somente 40 dias antes, impedindo a organização de pais e alunos para participarem das negociações.Pela proposta, "o valor da mensalidade escolar corresponderá ao valor da mensalidade do ano anterior, salvo quando demonstrada a necessidade de reajuste, para efeito de custeio dos encargos educacionais e, mesmo quando comprovada a necessidade do reajuste, este deve ser menor que o índice de inflação do IPCE (Índice de Preço ao Consumidor) do ano anterior".De acordo com as regras atuais, as escolas e mantenedoras das universidades particulares apresentam o índice de reajuste baseado em planilha de custos, sempre acima de inflação.

PASSE LIVRE JÁ!!

O dinheiro do meu bolso não é capim... eu quero passe-livre sim!
Defendemos o Passe-livre por ser um direito dos estudantes e desempregados poder utilizar o ônibus e o metrô. Não se trata de um privilégio como prega o prefeito e o governador.
A construção da luta do passe-livre precisa estar em nosso cotidiano, no bairro, trabalho, grêmio, na sala deu aula, etc. Esse direito só poderá se consolidar com a união de uma ampla gama de movimentos sociais, sindicatos, escolas, trabalhadores, desempregados, para que, através de ações conjuntas e duradouras, possamos alcançar conquistas, não só para os estudantes, mas para toda população.
As lutas ocorridas em todo Brasil refletem não só a insatisfação com o aumento das passagens, mas a revolta contra as empresas de Transporte, que lucram milhões.
Os estudantes devem combater este aumento. Por isso propomos um grande comitê de luta contra o aumento de passagens através dos grêmios estudantis nas escolas, nos D.A/C.A e nos DCE's

PELA VOLTA DAS ATIVIDADES CULTURAIS E FESTAS NA PUC

A PUC-MG é filantrópica, logo, deve ter um caráter humanitário e público que deve ser levado além de seu espaço físico. Isso implica na plena liberdade de debate, criação cultural e artística inseridas na realidade universitária para uma formação acadêmica de qualidade e evolução da PUC. Este é possivelmente um dos maiores diferenciais da PUC-MG se comparada a universidades privadas em geral. Certas medidas administrativas mudaram drasticamente esse quadro deixando o caráter humanitário de lado para soluções de problemas que deveriam ser encarados de uma forma menos autoritária e contraditória. Imagine uma universidade onde só existam salas de aula, não há qualquer espaço físico para qualquer tipo de confraternização comunitária significativa. É isso que queremos?
É papel da universidade não só proporcionar à comunidade meios de se expressar como também a incentivá-la, a expressão é um direito humano, não importa por que meios. Tendo esse ponto de vista e entendendo que a produção cultural também é um meio de expressão, se vê que a prática repressiva contra isso é uma atrocidade aos direitos humanos.